Coletiva do Fed: Kevin Warsh rejeita sinalização de juros e eleva incerteza para o Banco Central do Brasil

Kevin Warsh em coletiva de imprensa após o lançamento do Boletim FOMC. Presidente do Fed rejeita sinalização dos juros nos EUA

O presidente do Federal Reserve explicou a decisão de manter a taxa de juros dos Estados Unidos no intervalo entre 3,75% e 4,00%. Durante a coletiva de imprensa, o dirigente reforçou a rejeição ao uso de sinalizações prévias sobre os rumos do custo do dinheiro. Warsh afirmou que prefere avaliar os indicadores econômicos a cada … Ler mais

Decisão de juros do Fed e balanços de Big Techs ditam o tom dos mercados globais e pressionam ativos no Brasil

Prédio do Federal Reserve, simbolizando que os juros do Fed, a serem anunciados nesta quarta, pressionam os ativos do Brasil

Os mercados financeiros globais operam em tom de expectativa nesta quarta-feira. Os investidores concentram as atenções na decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed) e na divulgação de balanços corporativos de grandes empresas de tecnologia. A cautela internacional reflete diretamente na abertura dos negócios no mercado brasileiro. Consequentemente, a B3 e o câmbio local … Ler mais

Presidente do Fed evita antecipar juros e prevê reavaliação econômica

Presidente do Fed, Kevin Warsh, evita sinalizar os próximos passos da política monetária dos EUA

O presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, evitou sinalizar os próximos passos da política monetária dos Estados Unidos. Ele defendeu que as decisões sobre a taxa de juros sejam avaliadas em cada reunião. A declaração ocorreu durante painel das Reuniões Anuais do Fundo Monetário Internacional em Bangkok. O debate contou com a mediação de … Ler mais

H1: Cotação do ouro em alta reorganiza portfólios antes de dados de emprego nos EUA

Barraas e moedas de ouro para simbolizar a cotação do ouro em alta no fechamento das bolsas.

A cotação do ouro em alta reflete um forte fluxo de capital institucional no fechamento das bolsas globais hoje. Grandes fundos soberanos e gestoras de patrimônio migraram capital para ativos reais. Desse modo, protegeram suas carteiras contra a volatilidade esperada no mercado de Treasuries. Além disso, o mercado futuro projeta oscilações no custo do dinheiro … Ler mais

Como a divergência entre Fed e Copom redesenha os investimentos no Brasil

Nota de 1 dólar ao lado de nota de 5 Reais, simbolizando o diferencial de juros entre Brasil e EUA

A manutenção dos juros altos nos Estados Unidos combinada ao recente corte da Selic pelo Banco Central altera o diferencial de juros entre Brasil e EUA. Essa movimentação no cenário macroeconômico global força investidores institucionais e empresários a reorganizarem suas estratégias de alocação de capital para os próximos meses. Destaques principais O impacto no fluxo … Ler mais

Super quarta junho de 2026: decisões do Fed e Copom alteram rota do fluxo estrangeiro

Gráfico financeiro no mobile, representando as expectativas da super quarta de junho de 2026.

O mercado financeiro global vive um dia de forte expectativa com a chegada da super quarta junho de 2026. Mais do que os números das taxas de juros em si, que investidores e analistas já consideram precificados, o foco total do dia está voltado para os comunicados e discursos oficiais. Os rumos apontados pelo Federal … Ler mais